whatsapp.png

Faça parte da nossa rede de apoio ao empreendedorismo laboratorial e receba notícias em seu e-mail e material bônus em seu Whatsapp. 

Clique e conheça nossos apoiadores:

Logo aceleralab.png
Cepheid-logo-horizontal.png
SBAC.png
logo.png

Consumo Pós-COVID-19: O que Ainda Pode Mudar para os Laboratórios




O isolamento social e a instabilidade econômica decorrentes do novo coronavírus trouxeram inúmeras mudanças para as relações de consumo. Diante disso, para a pauta de hoje, selecionamos algumas reflexões sobre a nova forma de consumir das pessoas e sobre como isso afetará os laboratórios.


Transformação digital: atendimento a distância


Embora já fosse uma prática recorrente, muitas empresas, inclusive do ramo laboratorial, não estavam dando o devido valor para as transações feitas pela internet – especialmente pelas compras via celular. No entanto, no atual cenário, em que para algumas pessoas sair na rua parece um pequeno delito, muitos consumidores estão procurando contatar as empresas e solicitar seus serviços ou mesmo procurar o número de telefone pela internet.

Desta forma, um site adaptado para todas as plataformas torna-se imprescindível para o sucesso de um laboratório. Além disso, cadastrar a empresa nos mecanismos de busca e no mapa do Google pode trazer benefícios adicionais ao negócio. Afinal, estar no topo das pesquisas pode fazer a diferença na escolha do cliente por um ou outro laboratório para realizar o orçamento de seus exames.


Consumo repensado e percepção de valor da saúde


Com o isolamento social, as prioridades de consumo foram repensadas, ou seja, os consumidores optaram por cortar alguns gastos supérfluos. Em contrapartida, houve um crescimento na percepção de valor da saúde por parte da população. Um exemplo disso é que, mesmo quando os primeiros exames para detecção da COVID-19 chegaram a preço de lançamento, existia uma grande demanda para realizá-los.


Outro aspecto que nos leva a refletir sobre as relações de consumo diz respeito às medidas de segurança adotadas pelas empresas, pois ambientes que não prezam pelas medidas de biossegurança (especialmente neste momento) podem sofrer grandes perdas de público. Tal constatação indica que, mais do que apenas tomar as medidas de proteção necessárias, as empresas precisam fazer com que o cliente tenha a percepção de que está em um ambiente totalmente seguro.


Infidelidade com as marcas


Atualmente, na hora de consumir, nem todas as pessoas consideram a marca como fator decisivo para efetuar uma compra. Por isso, mesmo os laboratórios mais tradicionais precisam justificar porque ainda continuam relevantes para seus consumidores.


Mais do que a satisfação pela qualidade dos serviços prestados, os clientes de hoje optam pelas marcas que tenham passos e processos coerentes com a necessidade atual do consumo, e, entre eles, destacam-se o esclarecimento de dúvidas, o portfólio de exames realizados e a facilidade de pagamento.


Diminuição do movimento nas regiões centrais


Com a opção do home office como uma medida para manter o isolamento social, a casa de muitas pessoas se tornou também um local de trabalho, o que trouxe ganho de produtividade e menos preocupações levianas, tais como o trânsito ou a necessidade de encontrar uma vaga para estacionar o carro. Tal mudança despertou em muitos pacientes a busca por locais mais acessíveis e próximos à sua residência.


Nesse sentido, postos de coleta afastados das regiões centrais podem ser beneficiados, desde que se faça um estudo prévio de densidade populacional para verificar a viabilidade econômica da região a ser atendida.


Propósito social das empresas


A palavra “propósito” vem sendo muito utilizada nos tempos atuais, isso porque é extremamente necessário questionar o porquê da existência de um negócio. Empresas que possuem diferenciais de apoio e desenvolvimento da sua comunidade local, por exemplo, tendem a ser a primeira opção de consumo dos clientes, uma vez que elas têm um propósito claro e coerente.


Algumas marcas estão fazendo campanhas do tipo: “compre um produto e outro será doado para quem precisa”, reforçando assim o papel social das empresas que continuam ativas e repensando a sua própria existência. No entanto, embora esta seja uma prática honrável e que traz visibilidade para a empresa, é preciso ter certeza de que tal ação não irá comprometer ainda mais a capacidade de solvência financeira.


Em uma pauta anterior, Pós-pandemia: Mudanças nas Relações de Consumo entre Laboratórios e Clientes, nós do portal Aceleralab já havíamos previsto algumas mudanças proporcionadas pelo novo coronavírus, mas muitas outras continuam surgindo e deixando evidente a falta de espaço para os laboratórios que acompanham, inertes, as mudanças de consumo de seus pacientes.


Como seu laboratório vem se portando frente às mudanças proporcionadas pela COVID-19: inerte ou ativamente? Compartilhe conosco!