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Como escolher o equipamento de Hematologia ideal?




Com a crescente automatização dos exames laboratoriais, investir em equipamento tornou-se quase mandatório e possivelmente todo gestor se verá diante dessa escolha em algum momento. Existe uma série de vantagens em possuir equipamento próprio para realização de hemogramas no âmbito interno do próprio laboratório, entre elas maior agilidade na execução e nas entregas, mais autonomia, controle e confiança nos resultados e inclusive a possibilidade de ampliar sua área de atuação, atendendo clínicas e hospitais. Você não depende mais do laboratório de para o processo, por exemplo, o que marca uma nova etapa do seu empreendimento. Mas todas essas vantagens só podem ser alcançadas a partir da escolha acertada do próprio equipamento.


Segundo o Dr. Marcos Kneip Fleury, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas - SBAC e coordenador científico do Congresso Brasileiro de Análises Clínicas, que acumula mais de trinta anos de experiência em hematologia, qual equipamento adquirir é uma dúvida comum e recorrente entre os gestores de laboratórios. E alguns aspectos devem ser considerados nessa escolha.


O primeiro deles é determinar qual é a sua rotina. Aqui, o importante seria identificar não apenas o tamanho da sua rotina, mas analisá-la qualitativamente. Por exemplo, quem é o seu paciente, considerar se o seu atendimento é predominantemente ambulatorial ou hospitalar, se há uma demanda por investigação oncológica, ou de doenças infecciosas parasitárias, enfim, escolher o modelo de acordo com a população a atender.


Segundo Fleury, normalmente, “em qualidade os fabricantes se equivalem. Você encontra bons equipamentos de pequeno, médio, de grande porte, em todos os maiores fabricantes que atuam aqui no Brasil. É quase como você escolher um carro ou um celular”, brinca. “Você escolhe o carro conforme o que você quer fazer. Quer fazer trilha, ou quer andar na cidade? Quer um mais confortável, ou mais robusto? É a mesma coisa. O que você vai fazer com seu equipamento? É hemograma, OK, mas quais são as características do público que você vai atender?”


Depois de conhecer bem seu público e sua rotina, o parâmetro mais importante na decisão passa a ser qual fabricante oferece melhor suporte na sua região. Vale analisar como é o atendimento pós-venda, o serviço de suporte e manutenção e principalmente, a disponibilidade de insumos para venda a preço convidativo. Alguns insumos são mais caros em determinadas regiões, e em outras, a assistência técnica é ruim ou inexistente, portanto, pesquise antes. “Você precisa de alguém que possa te atender rapidamente se acontecer um imprevisto”, adverte o professor.


Uma vez escolhido o equipamento, entretanto, ainda há ajustes no sentido de adequá-lo às suas necessidades. Uma dica adicional mas não menos importante relativa aos limites no uso dos equipamentos diz respeito aos protocolos de liberação automática dos exames. Aqui, mais uma vez, é preciso considerar o padrão do público atendido, para fixar protocolos compatíveis com seu contexto e ter controle de situações onde é necessário revisar uma lâmina. Como fixar esses limites?


“É uma pergunta difícil”, admite Fleury. “Você tem que utilizar vários parâmetros. Cada laboratório deve identificar qual é a sua população e desenvolver o seu próprio critério de liberação”. Ele ilustra com um exemplo: “Imagine que você trabalha num laboratório ambulatorial, com uma população que chega para você para exames de rotina ou periódicos. Você estabelece uma regra que vai contar lâmina de todo mundo que estiver com mais de 11.000 leucócitos. Mas se você pega esse equipamento e coloca numa maternidade que cuida de neonatos e recém-nascidos, com esse mesmo critério você vai ler todas as lâminas, você não vai dispensar nenhuma. Porque todos os neonatos nascem com mais de 11.000 leucócitos. Ou seja, você vai ter que estabelecer regras para que atenda sua população da melhor maneira.”





Essas e outras colocações relativas ao universo dos hemogramas e seus equipamentos você encontra no novo vídeo do Aceleratalks no YouTube, uma entrevista super informativa com o Dr. Marcos Fleury que começa com uma palestra sobre Interpretação Gráfica do Leucograma. Quer ficar ainda mais por dentro? Então não deixe de acessar o site www.tudosobrehemato.com.br, e conhecer o curso Hemograma Infeccioso, ainda disponível em valor promocional com desconto de 30% por tempo limitado!







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