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Erros Comuns na Comunicação de Marketing




A arte de se comunicar com o mercado não é uma tarefa simples e requer muita atenção do gestor. Uma informação mal transmitida pode passar uma mensagem equivocada e alterar a percepção dos clientes sobre o tipo de serviço que o laboratório oferece, causando um efeito contrário ao desejado.


Na comunicação, seja com clientes, colaboradores e fornecedores, existem alguns erros comuns que podem (e devem) ser evitados; e esse é exatamente o assunto da pauta de hoje.



Comunicação sem um objetivo específico


Toda comunicação precisa ter um objetivo, e esse objetivo deve ser claro, transparente e desprovido de expressões e informações adicionais que prejudiquem a interpretação do receptor da mensagem.


Quando o objetivo não está claro, abre-se margem para que a pessoa interprete a informação recebida da própria maneira, o que nem sempre condiz com a mensagem que a empresa (laboratório) está tentando passar. Além disso, uma comunicação sem objetivo acaba perdendo a relevância e atenção do cliente.



Falta de contextualização


Na hora de elaborar uma comunicação de marketing, devemos ter em mente que o receptor nem sempre tem as mesmas informações que o emissor para interpretar a mensagem. Por isso, quando o assunto é muito complexo ou carrega um conteúdo específico que não condiz com o dia a dia de quem vai receber a mensagem, torna-se necessária uma contextualização mínima da situação. Caso contrário, o laboratório incorrerá no risco de não ser compreendido ou, pior, de ser mal compreendido.


Quando, na comunicação, o laboratório usa termos técnicos sem fazer uma contextualização, como o método de análise imunocromatográfico, ou Elisa, usado em divulgações de exames para COVID-19, por exemplo, a mensagem deixa de fazer sentido para os pacientes.


Mensagem sem conexão com o cliente


No mercado de análises clínicas, não é incomum presenciarmos laboratórios comunicando o quanto seus serviços são de qualidade, sem considerar os interesses da comunidade. Para captar a atenção de um determinado público, é preciso criar uma conexão com o receptor, ou seja, fazê-lo entender que as suas necessidades serão supridas pelo serviço que o laboratório oferece.


Uma mensagem sobre os benefícios do controle de qualidade para o laboratório, por exemplo, deve contemplar também quais são as vantagens para os clientes. Isto é, uma mensagem que diga “processos confiáveis” pode não cativar a atenção do público, mas uma que diga que “processos mais seguros reduzem os erros analíticos e conferem mais qualidade ao resultado” talvez seja melhor compreendida.


A mesma regra vale para indicar ao cliente algo que não é benéfico para ele, ou seja, devemos sempre explicar porque tal situação não é adequada e como ela pode afetar a sua realidade, e não apenas a realidade de quem está emitindo a mensagem.



Comunicação enganosa


Quando os exames para COVID-19 foram lançados no mercado, muitas empresas se aproveitaram da falta de conhecimento do público para vender testes que não atenderiam as suas expectativas.


Sem compreenderem as diferenças entre os exames disponíveis, algumas pessoas fizeram testes rápidos para diagnosticar a infecção da doença na fase inicial, o que não é o mais indicado. Essa prática, além de ser considerada propaganda enganosa, pode causar sérios prejuízos para a marca do laboratório, que perde a confiança do mercado. Ao desenvolver uma comunicação de marketing, todas as intenções e informações devem estar claras, para não induzir o receptor ao erro.

Na hora de elaborar uma comunicação de marketing, é preciso considerar alguns fatores importantes, tais como o público a quem a mensagem se destina, pois só assim o laboratório poderá se comunicar de maneira eficaz com os clientes. Caso isso não aconteça, a comunicação de marketing deixará de cumprir o seu papel para o laboratório: o de informar a sua própria relevância.