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3 Perguntas para Promover um Feedback mais Eficiente


Em todo e qualquer negócio, há uma prática muito importante para fazer o desempenho do colaborador e, consequentemente da empresa, prosperar: o famoso feedback! Ainda assim, embora seja cada vez mais aplicada no ambiente corporativo, essa questão é considerada o calcanhar de Aquiles de muita organização. E na área laboratorial não é diferente. Por essa razão, na pauta de hoje, discutiremos sobre o assunto.

Atualmente, a maioria dos gestores já sabe da importância e dos benefícios de um feedback. No entanto, dá-lo nem sempre resulta em uma tarefa fácil, principalmente quando se trata de um retorno negativo. Ainda assim, aplicá-la é uma prática fundamental para a saúde e transparência da empresa. Desse modo, não há como fugir disso!

Feedback: para que serve?

O feedback, termo do inglês que significa retroalimentação ou alimentação de retorno, é uma importante ferramenta de medição de desempenho. Por meio de sua aplicação, o gestor consegue orientar seus funcionários e proporcionar um parecer sobre o seu trabalho. Embora o feedback seja visto por muitos profissionais como “um puxão de orelha”, ele nada mais é do que uma crítica (positiva ou negativa) construtiva, cujo objetivo é reforçar as qualidades, trabalhar os pontos de melhoria e contribuir para o crescimento profissional do colaborador.

Tipos de feedback

Há dois tipos de feedback: o positivo e o negativo. O primeiro tende a ser mais fácil de se realizar, uma vez que se trata de reconhecer o trabalho desenvolvido pelo funcionário. Por meio dele, além de saber que seu trabalho está sendo visto e trazendo benefícios para a empresa, o colaborador ainda se sente motivado a continuar realizando suas tarefas com qualidade.

No caso do feedback negativo, o gestor nem sempre se sente confortável para chamar a atenção do funcionário, mas a verdade é que sua aplicação é tão importante quanto o feedback positivo. Afinal, por meio dele, o colaborador descobre o que está fazendo de maneira incorreta e consegue melhorar o desempenho de suas atividades diárias. Inicialmente, talvez o funcionário não fique muito feliz com o feedback negativo, mas se o gestor lidar com a situação de forma leve e despreocupada, ele logo entenderá que isso nada mais é do que uma preocupação da empresa com seu desenvolvimento.

Caso queira se aprofundar um pouco mais sobre como aplicar um feedback negativo, basta clicar aqui.

Feedback invertido

Até o momento, discutimos sobre a importância de o gestor dar um feedback aos seus colaboradores, seja positivo ou negativo. Mas a verdade é que essa prática não pode, nem deve, ser unilateral. Isto é, ela precisa ser aplicada de forma madura tanto pelos gestores quanto pelos funcionários, pois ambos podem aprender e se beneficiar com essa troca. Para que o feedback tenha o efeito desejado, vale lembrar que sua aplicação deve ser feita individualmente, de modo a evitar um desconforto entre os colaboradores da equipe. Além disso, é preciso ainda ter alguns cuidados na hora de oferecê-lo, como escolher bem as palavras para evitar qualquer mal-entendido.

Feedback do paciente

Tão importante quanto o feedback dentro do laboratório, é aquele dado pelo seu cliente, neste caso, o paciente. Muitas vezes, a melhor maneira de obtê-lo é por meio de pesquisas de satisfação. Afinal, se o laboratório não estiver disposto a escutar críticas, sugestões e elogios, certamente não estará apto para se manter neste mercado cada vez mais competitivo.

Caso também queira saber mais sobre o tópico, basta clicar aqui.

Onde dar o feedback

Além de ser importante descobrir como conduzir um feedback, saber onde fazê-lo também deve ser levado em consideração. A fim de gerar uma conversa mais despreocupada, escolher outro ambiente, que não seja o local de trabalho, pode trazer bons resultados na hora do feedback. Por isso, seguem algumas sugestões que podem trazer um ambiente mais propício a troca:

- Dê uma volta ou caminhe com o funcionário pela rua ou em algum outro local para tirar a formalidade da conversa e estimular a criatividade;

- Se for possível, faça o feedback tomando um café na padaria mais próxima (pode ser um funcionário por dia). Isso trará mais leveza para o que será discutido;

Lembre-se de escrever os pontos do feedback realizado para levá-los na próxima reunião com esta finalidade. Assim, os colaboradores começam a trazer melhores resultados, pois já sabem o que é esperado.

3 perguntas para conduzir o feedback

Para aplicar um bom feedback, o gestor pode se basear em 3 perguntas, que o ajudarão a descobrir como foi ou está sendo o período de trabalho do seu colaborador. Aqui, além de o líder fazer essas perguntas a si mesmo, ele também pode fazê-las aos seus colaboradores. Dessa forma, irá descobrir o quanto está (des)alinhado com a sua equipe.

1) O que funcionou?

Aqui, o gestor deve relacionar tudo o que foi positivo para seus colaboradores em determinado período. Isto é, os procedimentos ou práticas que realmente fazem sentido e que estão dando um bom retorno.

2) O que não funcionou?

Essa questão é um ponto bem interessante, mas o gestor deve estar receptivo a críticas, já que deverá avaliar com a equipe o que deve ser descartado ou revisto.

3) O que pode ser melhorado?

Na maioria das vezes, o colaborador tem uma ideia do que pode ou deve ser melhorado, mas não acha o momento adequado para dizer. A troca de feedback pode propiciar essa oportunidade. O gestor, mesmo tendo uma posição elevada na empresa, não precisa ter resposta ou solução para tudo. Para esses casos, ele pode contar com a ajuda de sua equipe. Basta mostrar que se importa com a opinião e sugestão dos colaboradores e levá-las adiante.

O que não fazer durante o feedback

- Enfatizar a culpa do colaborador ou criar situações de confronto e insegurança; - Ressaltar apenas os pontos fracos (sem sugerir possíveis melhorias) e ignorar os pontos fortes; - Abalar a autoconfiança e a motivação do colaborador; - Reclamar mais do que apontar o verdadeiro problema, causando desconforto no funcionário.

E aí? Sente-se apto para conduzir um feedback mais eficiente? Caso a resposta ainda seja negativa, não se preocupe, pois, como diz um ditado, a prática leva a perfeição. Agora que você descobriu um pouco mais sobre como medir o desempenho de seus colaboradores, tente aplicar essa ferramenta com regularidade. Afinal, mediante o feedback, o laboratório será capaz de fortalecer seu negócio e, assim, alcançar a excelência.