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Desacelera COVID-19: Como Atender o Público com Segurança






Algumas vigilâncias sanitárias municipais estão solicitando que os laboratórios suspendam suas atividades junto com o comércio local. No entanto, o Decreto Federal nº 10.282, de 20 de março de 2020, que regulamenta a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, elenca os serviços – públicos e privados – que terão resguardados o seu exercício e funcionamento, indicando, como primeiro item, I – assistência à saúde, incluídos os serviços médicos e hospitalares. Sendo assim, não há dúvidas de que os laboratórios de análises clínicas estão inclusos no ramo de assistência à saúde, e que nenhuma norma Estadual ou Municipal tem o poder de, por exemplo, determinar o fechamento ou restringir o funcionamento destas empresas. (Fonte: http://www.sbac.org.br/blog/2020/03/23/o-laboratorio-pode-deve-suspender-as-atividades-neste-periodo/)


Os exames de apoio ao diagnóstico, dentre os quais estão os testes de detecção do COVID-19, são imprescindíveis para a população, que continua com enfermidades preexistentes e que ainda pode manifestar novas doenças não relacionadas ao coronavírus, como é o caso dos surtos de dengue.


Para contribuir com os laboratórios que, heroicamente, estão mantendo as suas atividades nesse período, listamos algumas orientações sobre os cuidados necessários para atender os pacientes com segurança.


1) Verifique se o laboratório tem o mínimo de EPIs necessários para operar: se você não tem álcool gel ou máscara, pode ser necessário suspender suas atividades. Então, procure garantir que os estoques se mantenham aceitáveis.


2) Reduza o horário de atendimento: na falta de equipe ou na tentativa de minimizar os custos, alguns gestores estão optando por atender o público apenas no período da manhã, mantendo o trabalho interno na parte da tarde, a fim de realizar atendimentos de urgências ou esclarecer dúvidas por telefone, e-mail e WhatsApp.


3) Antes de prestar atendimento, verifique se o paciente tem algum sintoma de gripe: seja na hora de prestar atendimento no laboratório ou realizar uma coleta domiciliar, questione se o paciente apresenta sintomas de gripe ou se esteve em situação de risco recentemente. Dessa forma, você poderá atender o paciente com o devido isolamento e equipamento de EPI, se for o caso, garantindo a segurança dos demais pacientes e colaboradores.


4) Evite aglomeração na recepção: prefira agendar os atendimentos com antecedência, para garantir que as pessoas sejam recebidas com mais segurança e agilidade. A recomendação é ter, na recepção, apenas 1 pessoa a cada 5m2, sendo que a distância entre as cadeiras deve ser de pelo menos 1 metro.





5) Organize os atendimentos com clínicas e médicos: as pessoas continuarão adoecendo e precisando de atendimento, por isso, para tratar casos de urgência e demais doenças (que não o COVID-19), facilite o canal de comunicação com os seus prescritores, assim você poderá organizar as agendas de atendimentos com as clínicas e os médicos, garantindo que o paciente seja previamente agendado, e que o laboratório esteja preparado para atendê-lo.


6) Coleta domiciliar: o atendimento domiciliar pode ser uma opção para garantir a segurança de pacientes dos grupos de risco do COVID-19. Além disso, com a recomendação de isolamento social, a coleta domiciliar pode ser uma alternativa para diminuir ainda mais o movimento no laboratório.


7) Disponibilize álcool gel na recepção e mantenha a higienização: para minimizar ainda mais o risco de contágio, você pode receber e se despedir dos pacientes no laboratório com álcool gel e higienizar as cadeiras, o banheiro e as mesas da recepção com frequência.


8) Evite estimular o atendimento de rotina: para não ter problemas com as entidades governamentais, estimule apenas os atendimentos de urgências e de pacientes que precisam monitorar a saúde com frequência, como pessoas em tratamento e com doenças crônicas.


9) Estimule o atendimento a distância: para evitar que o paciente se desloque sem necessidade até o laboratório, estimule o atendimento por telefone ou WhatsApp, bem como a retirada de laudos pelo site. Se o laboratório não tem site, tome cuidado ao mandar resultados por e-mail ou WhatsApp. Essa prática pode trazer problemas jurídicos futuros para o laboratório.


Neste momento de crise, sabemos que muitos laboratórios precisarão, mais do que nunca, de auxílio e orientação. Por essa razão, o Aceleralab irá priorizar dicas, cases e atualizações que ajudem os laboratórios de todo o Brasil a contornarem os desafios de gestão que ainda estão por vir.


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