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Cuide da Glosa: Você pode estar perdendo dinheiro!


No post de hoje, comentamos o que origina as glosas nas Operadoras de saúde e leia dicas de como evitá-las!

Grande parte dos laboratórios de análises clínicas é dependente das Operadoras de Saúde, os convênios: estima-se que cerca de 70% dos exames sejam realizados através de planos de saúde. Mas como nem tudo são flores, além dos valores pagos abaixo do mercado, algumas Operadoras de Saúde dificultam o pagamento das faturas enviadas, glosando parte dos exames realizados. Em média, as glosas representam de 1% a 20% do volume de faturamento enviado.

O que origina a Glosa?

A glosa acontece quando a Operadora encontra uma inconformidade no arquivo de Faturamento, enviado pelo prestador na periodicidade prevista em contrato. Após a indicação da glosa, o laboratório possui um período de carência para questionar os procedimentos glosados, variando para cada operadora.

Entre as glosas mais comuns encontram-se as glosas administrativas: carteirinhas vencidas ou inválidas, exames não-autorizados e informações incompletas, erradas ou faltantes no cadastro do paciente. Se o seu laboratório possui um grande número de glosas desse tipo, é interessante realizar um treinamento com a equipe de recepção para minimizar o erro, uma vez que a maioria dessas glosas não é passível de recurso.

Uma fatura pode possuir também glosas parciais, isto é, quando a operadora de saúde paga parte do valor, mas justifica que o valor apresentado é maior do que o acordado. Verifique o seu contrato para identificar se uma glosa é válida. Além disso, atenção: se você envia um valor menor do que o acordado, ele não é glosado. É necessário corrigir no sistema para que o valor enviado seja o real acordado entre as partes envolvidas.

Um tipo de glosa recorrente em algumas faturas é a glosa linear: Uma glosa que apresenta um código inválido ou de erro, que não possui informações suficientes para recurso. É importante questionar SEMPRE as glosas lineares, pois elas podem não possuir uma justificativa válida para o não-pagamento.

Identificar os valores pagos, glosados e inadimplentes de uma fatura exige resiliência do faturista, que muitas vezes tem dificuldade de reunir todas informações necessárias. Por conta dessas dificuldades, o trabalho é muitas vezes manual, exigindo em alguns casos a impressão das faturas para controle de valores.

Separamos algumas dicas para facilitar o relacionamento com as operadoras e evitar o desperdício pela glosa:

1. Mapeamento das operadoras

Você pode criar o Procedimento Operacional Padrão (POP) para cada operadora de saúde que trabalha. Nele, coloque a forma que a glosa deve ser analisada (site da operadora, e-mail, sistema), as principais datas (envio, recurso, pagamento), e a maneira como os recursos devem ser enviados (no site, por e-mail, correio). Dessa forma, você garante a organização do processo caso o faturista precise de uma forcinha da recepção.

2. Use lembretes ao seu favor

Quando falamos de glosas médicas, perder prazos significa perder dinheiro. Para organizar melhor o cronograma, as datas chaves devem ser colocadas em um local que lembre você das pendências. Nossa sugestão é colocar um lembrete de recorrência de evento no calendário do seu e-mail ou celular.

3. Foque nas glosas de maior valor

Muitos estabelecimentos de saúde estão familiarizados com as glosas de um centavo. São muitas ocorrências, e justificá-las exige tempo, não agregam tanto para o resultado final do laboratório. O tempo do faturista deve ser focado nas glosas que recuperam valores significativos para o laboratório.

4. Mantenha o histórico

Provavelmente você já passou por alguma situação onde um arquivo “se perdeu” e não foi analisado. Para evitar retrabalho, e garantir que tudo o que foi realizado será faturado, é importante guardar uma cópia das faturas enviadas até o pagamento integral. Dessa forma, você reduz o tempo de resposta e terá resultados mais seguros.

5. Compare seus números

Identifique distorções entre períodos, para compreender a evolução da glosa. A máxima “o que não é medido, não é gerenciado” faz sentido para o combate dos focos de glosa recorrentes, através de métricas de acompanhamento dos resultados.

Para diminuir o número de glosas é preciso se organizar. Estimule o setor de faturamento a deixar a documentação organizada em pastas acessíveis, para que o envio e acompanhamento seja tranquilo e com todas as informações reunidas.

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#glosa #convênios #operadorasdesaúde